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Em junho de 2021, a ENISA (Agência da União Europeia em Cibersegurança) publicou uma matéria para, através de uma pesquisa, alertar pequenas e médias empresas sobre os riscos e os desafios que estão encontrando quando o assunto é segurança no campo digital.


Ainda que se trate de uma pesquisa realizada em território europeu, nada impede que os fatos ali tratados possam ser trazidos para a realidade brasileira.


Segundo a matéria[1], com o cenário global da pandemia do COVID-19, as empresas precisaram investir em tecnologias para manter os seus negócios. No entanto, se tornou recorrente notícias de que incidentes de segurança estejam afetando mais e mais empresas ao redor do mundo. Por isso, ter uma equipe preparada e mecanismos suficientes para lidar com estas ?novas? ameaças se tornou essencial.


A matéria ainda trouxe fatos significantes. A pesquisa revelou que ?phishing? é um dos ataques mais comuns que acontecem com pequenas e médias empresas, em razão da sua facilidade de exposição. Em seguida, os mais comuns são ?ransomware?, roubos de laptops e fraudes dos diretores das empresas. 


De fato, segurança digital tende a ser uma das prioridades de investimento das empresas para 2022. Não há como fugir de uma realidade que somente tende a se estender para os próximos anos. E para que o negócio permaneça íntegro, é preciso investir.


A pesquisa realizada pela ENISA nos deixa alguns caminhos para o cenário atual. As dificuldades para lidar com estes novos desafios se justifica em razão de alguns fatos, como:


·       Baixa conscientização sobre as ameaças digitais;


·       Proteção inadequada sobre as informações sensíveis;

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·       Falta de orçamento destinado aos custos de implementação de medidas de segurança;


Estes fatos podem representar a realidade de muitas empresas no Brasil. Com o alto número de ataques cibernéticos, é preciso que se adote todas as medidas necessárias para mitigar estes riscos.


Ainda de acordo com a pesquisa, é preciso investir em três áreas:


·       Pessoas ? é preciso que as pessoas tenham conhecimento das formas de ataque e das práticas que podem colocar em risco a organização;


·       Processos ? monitorar, auditar e planejar processos para lidar com incidentes de segurança;


·       Técnicas ? investir em medidas de segurança como criptografia, segurança física, backups, entre outros.




[1] Você pode acessar a matéria em inglês pelo link: https://www.enisa.europa.eu/news/enisa-news/phishing-most-common-cyber-incidents-faced-by-smes