Terceirização de Folha de Pagamento e Consultoria em LGPD

Como já se sabe, o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é uma das principais fontes de arrecadação da União. Em razão deste fato, merecia uma melhor atenção e regulação por parte de nossos representantes e do Poder público.
Também se sabe que a tabela de IR atual não sofre atualização desde 2015, causando um grande impacto na vida do brasileiro. O principal deles é a classe média incorporando o grupo de maiores contribuintes perante o Estado.
Como o IRPF reflete diretamente no poder de compra do contribuinte, tendo em vista que o seu desconto é direto no salário, a falta de atualização da tabela também é responsável por acumular IR de rendas cada vez menores.
Ou seja, sem a atualização da tabela desde 2015 e com uma defasagem a partir de 1996, mais pessoas com renda menor terão que contribuir, resultando em uma defasagem que beira a 147,4% (fonte: Unafisco).
Atualmente, as pessoas que recebem até R$ 1.903,98 por mês estão isentas de contribuir. Se a tabela acompanhasse a inflação de 2019, este valor equivaleria hoje ao total de R$2.500,44 para estar isento. Hoje, a tabela de IR isentaria a quem ganha até R$4.710,49 por mês.

São valores assustadores, o que indica que o sistema tributário atual precisa de mudanças urgentes.
O olhar agora é para 2023. Analisar as propostas orçamentárias previstas para o ano seguinte faz parte do dever do cidadão, já que o governo que assumir terá como responsabilidade olhar para o poder de compra e a vida social do brasileiro.